quinta-feira, 28 de julho de 2011

...

I felt my heart melting
along with my soul and my strength

I could never release myself and run
for I was too tangled up in his arms
and isn´t it what I always desired?

the thought of freedom hurts
the glimpse of death makes me flinch
to have you so far 
in charged me of filling the ocean 
with salty waters from green eyes 
for jason.

sábado, 16 de julho de 2011

sempre há

há um motivo...
sempre há.

de você eu sinto saudade. de você eu sinto raiva. de você eu sinto pena. de você eu quero melodia, ritmo e  harmonia. de você eu quero amor. de você eu quero Amor. volte. fique. não vá. me leve. me salve. me faça cantar. me faça Cantar.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Até quando?

Até quando você vai se enganar achando que você sabe o que é melhor para você? Até quando você vai se enganar achando que pode barganhar com Deus. Questione-se o seguinte: entre Ele e você, quem de fato sabe melhor sobre o que é bom e que é mal? Quem tem vícios? Quem Ama incondicionalmente? Quem é egoísta? Quem tem falhas?

Depois me fala o que tu concluiu. E me diz se você quer continuar se enganando.

Só isso.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

acena à distância.

Antes de ir ler, gostaria de te informar que a partir de hoje tenho plena percepção dos meus sentimentos. Um dia, é claro, eles novamente ficarão confusos. Porém, aprecio, meu bem, cada momento dessa percepção. Ausência de confusão é  fôlego após a apnéia. Mas isso não me cega, amado, para a sua existência do outro lado do mundo. Eu sei de tudo de você e você sabe tudo de mim. Aliás, mentira.  Ainda não me conheço tanto assim. Sim, é por isso que a gente se conhece. Somos iguais, você e eu. Você daí e eu daqui, conhecemos e reconhecemos o outro em nós. Como você se chama? Só me falta saber disso. E te ver. Te sentir. Me ter. Mas não te quero agora. Agora fica por aí, amor. Me deixa quieta um instante pra te conhecer melhor. Me olhe daí naquele espelho pequeno que tem atrás da porta do guarda-roupa. Deixa o teu caminho se mexer no meio do tempo para se alinhar com o meu. Só mais uma coisa, meu bem. Saiba que na primeira vez que te ver, tudo vai parar por um minuto. Meu peito, a chuva lá fora, o relógio, seus olhos nos meus. A partir daí, tudo vai fazer sentido. De novo. O sentido que existia na infância e se perdeu debaixo do nosso nariz. Vai ser tão engraçado encontrar o meu embaixo do seu e o seu embaixo do meu. Prepare-se para esse momento, amor, que vai chegar para nós dois.

um satélite na cabeça

"porque no rio tem pato comendo lama?"

Ponte da Capunga - Recife.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

questionamentos de quem anda de ônibus.

There´s something about the leaves falling down that break my heart. What is it?
The way God says he´s not yet discouraged of us? Music written in the air? Tenderness and sacrifice from the trees? Gifts? Unexplainable?
And what about the wind? It loves to cuddle around the world. Everything. Our hair, our skin, the ocean, the feathers of a bird, those same tree leaves. The world dances in joy. All the time.
In the end, maybe, these leaves don´t  fall  to be the protagonists. This ballet of everyday between leaves and wind are only a frame. Maybe what we should see is beyond them, staring. You see, that´s why it is known that God is all around us. Leaves fall everywhere.
No. He´s not discouraged of us at all. Even though, most days, we are discouraged of everything, of ourselves.
But, seriously, there must be something there, right? Beyond those leaves.
Well, there'll always be these never ending questions as long as I ride the bus.

[Achei no meu diário já escrito em inglês.]

sexta-feira, 1 de julho de 2011

com um sorriso infantil na cara.

esse mistério que está em tudo no nosso conhecimento deixa muito mais digno o tempo que se gasta conhecendo alguém.